AFINAL, POR QUE FALAM TANTO EM BPO?

Conheça a prática que se tornou essencial para empreendedores que buscam melhorar a gestão e conquistar novos mercados.

Com a competitividade, toda empresa exige de seu administrador atenção a todos os setores para evitar que as atividades estratégicas sejam comprometidas por falhas. A premissa antiga de que “controle é tudo” está pautada na qualidade de informações e, consequente, assertividade em decisões. Mas com a complexidade de cada setor, é impossível ao gestor ter tempo para uma dedicação completa.

Nesse contexto, uma nova sigla vem ganhando força nos negócios. BPO, Business Process Outsourcing provém do inglês e significa terceirização de processos de negócios. Como o próprio nome sugere, trata-se da delegação de tarefas secundárias e burocráticas a empresas parceiras.

Surgida na década de 80, a prática evoluiu, deixando de ser uma alternativa e se tornando uma necessidade ao mundo coorporativo, especialmente para empresas que objetivam conquistar novos mercados e desenvolver suas atividades vencendo burocracias e poupando tempo.

Entre as atividades mais importantes de um bom serviço de BPO, está a gerência de operações de BackOffice. O gestor terceiriza a execução de setores essenciais, tais como financeiro, contabilidade, fiscal, folha de pagamento, atendimento ao cliente, dentre outros, contando com equipes preparadas que disponibilizam, ao final de cada demanda, resultados finais para uma melhor tomada de decisão sobre o negócio.

Além da disponibilidade de tempo para o empreendedor investir em novas ideias, a terceirização de departamentos possibilita ganhos de competitividade, possibilitando a evolução da empresa. A redução de custos é assegurada nos cortes de investimento com pessoal e estrutura, especialmente no Brasil, onde as relações tributárias e trabalhistas são muito complexas.

Uma vez reduzidos, os custos são revertidos em investimentos para marketing, produção e venda de produtos, culminando em resultados comerciais melhores. Com serviços de BPO a empresa passa a contar com uma nova premissa: controlar é tudo, mas só uma boa parceria estratégica, baseada em confiança e integração, permite a otimização de resultados.